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O que nasceu na rua

Esta solidão extrema numa cidade cheia de gente, centenas de milhares, é um grito terrível. Faz as lágrimas agitarem-se no fundo do lençol onde estão. Por mera ignorância, não sei como as mulheres, no tempo do nomadismo, pariam. Sei que há mais de sessenta anos as mulheres de Amorim que trabalhavam na lavoura pariam e muitas vezes “perdiam” os filhos. A razão de ciência decorre do facto de o meu vizinho, o Rafael, que era o sapateiro da aldeia, ter na oficina muitas caixas que traziam as formas para guiá-lo na arquitetura do sapato.

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http://publico.pt/1893166

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