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“Em Angola, matei vários como este”

Nesta madrugada, Lisboa arde e não consigo ouvir nada senão as vozes das gaivotas empoleiradas nas janelas do prédio de frente; não consigo ouvir nada senão as gaivotas que me emprestam as suas cordas para cantar este choro. De facto, muito calor nesta Lisboa que nem as mãos de um Casanova conseguem desnudar. Sob a pele da cidade que nunca dorme está deitada uma camada de escuridão que não impede que tudo arda em meio a este Agosto cercado pelo pandemónio (pandemia, é assim como chamam, nem?);

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http://publico.pt/1927576

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