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Inflação norte-americana supera estimativas e sobe 5% em termos anuais

É preciso revolucionar criticamente as representações que fazem da escassez um fetiche estruturante de todas as nossas relações com o mundo. A escassez nem é, por si mesma, dotada de valor, nem deve ser socialmente promovida. Pelo contrário, deve ser excluída das práticas de criação de valor. «O Homo consumens é o homem cujo principal e primeiro objectivo não é possuir coisas, mas consumir cada vez mais, e assim compensar a sua vacuidade interior, passividade, solidão e ansiedade… Ele confunde emoção e excitação com alegria e felicidade, conforto material com vitalidade;

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https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/para-uma-critica-ao-homo-consumens-749266

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